
Várias vezes dei ouvidos
Ás vozes cegas da maioria morta.
Sempre me dizendo oque fazer e oque não fazer...
"Obedeça seus pais",
"Não seja tão impulsivo",
"Não fume", "não beba",
"Use sempre camisinha".
Minha vida inteira circulei,
Pelas engrenagens enferrujadas
De um mundo caduco.
Com os olhos fechados e a boca costurada
Estudei,
Trabalhei,
Paguei em dia minhas contas.
Por quê ?
Pra quê ?
Se no final,
Só me restou esse vazio,
Essa dor,
Esse poemaE essa navalha.
( Wálisson Menezes)
Ás vozes cegas da maioria morta.
Sempre me dizendo oque fazer e oque não fazer...
"Obedeça seus pais",
"Não seja tão impulsivo",
"Não fume", "não beba",
"Use sempre camisinha".
Minha vida inteira circulei,
Pelas engrenagens enferrujadas
De um mundo caduco.
Com os olhos fechados e a boca costurada
Estudei,
Trabalhei,
Paguei em dia minhas contas.
Por quê ?
Pra quê ?
Se no final,
Só me restou esse vazio,
Essa dor,
Esse poemaE essa navalha.
( Wálisson Menezes)
Um comentário:
muito realista...gostei muito, se sente conte para quer esconder, este é meu lema
bj
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